sábado, 11 de agosto de 2007

Trago hoje mais três estrofes do poema do potiguar, Walter Medeiros, “ A mulher que dançava até com um doido batendo numa lata

No momento o seu esporte
Ninguém vai adivinhar
Sua vida é só dançar,
Basta alguém dizer o mote
Quando menos esperar
Vê logo ela se esbaldar
Dançando o forró no pote.

Não pode ser diferente
A origem da danada
Que até de madrugada
Acha dançar excelente
Prá ir na sua passada
Precisa ser da pesada
Senão não tem quem aguente

Ela veio lá da serra
Viveu na roça plantando
Sua vida era cantando
Até que mudou de terra
Tá na capital morando
E sempre aproveitando
Toda festa ela encerra.

Volto com mais

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