sábado, 21 de junho de 2014

Dilmaaaaaaaaaaaaaa!!!

Dilma, o que aconteceu no estádio foi um 'malfeito'. Mas, agora, estou acreditando mais que o 'xingamento' oficial poderá ser dado nas urnas

por Claudio Schamis 19 de junho, 2014 Opinião e notícia

  Danou-se agora!

Por um momento voltamos aos tempos de Fred Flinstone. Pode isso não. Xingar uma presidente em rede nacional e para o mundo é uma coisa muito feia. Apesar de não termos Educação, a outra educação, aquela que vem de berço, deve ser preservada.

Devemos mostrar ao governo que apesar de tudo, apesar de todas as pancadas que eles nos dão há anos, desde os tempos do Lula, sabemos separar as coisas. Sabemos separar o joio do trigo. Sabemos respeitar apesar de não sermos respeitados. Afinal não devemos adotar o olho por olho, desrespeito por desrespeito. Sim, meu caro leitor, o governo com todos os seus desmandos, “malfeitos”, palavras e promessas vem nos desrespeitando todos os dias. E lá se vão mais de dez anos de um governo omisso, podre, corrupto e mesquinho. E não me venham dizer que porque o governo criou o Bolsa Família, o Minha Casa, Minha Vida ele não o é.

Menos meu povo, menos. Foi um episódio tão feio quanto foi a abertura da Copa. O que foi aquilo lá? Abafa o caso. Foi bem “padrão Brasil”, como a Dilma quer pregar.

Aliás, Dilma disse que já superou agressões físicas quase insuportáveis e nada a tirou do rumo. Que rumo é esse, nós sabemos. Infelizmente. E Dilma disse ainda que o povo brasileiro não age assim. É civilizado, generoso e educado. Mas convenhamos que quem estava no estádio também é parte do povo. Não sabemos se a plateia fosse outra a reação ia ser diferente. E nunca vamos saber, porque a Copa do Mundo dentro dos estádios não pertence aos que ganham o Bolsa Família e ao proletariado que mal ganha para se sustentar.

Mas, Dilma, fica triste não. Isso passa. Sei que você ficou até gripada para não ter que ir à convenção de Padilha, em São Paulo, o que constrangeu um pouco o PT. Mas quer saber? Eu não tô nem aí. Você é do PT e vocês é que se entendam. Eu achei muito feio da sua parte. Dilma, isso é tudo fruto do que você e o PT fizeram e também não fizeram.

Aqui, fazer e não fazer andam de mãos dadas, e você não percebeu isso. E nunca vai. Porque na cabeça de vocês, vocês já fazem muito. E ainda trouxeram a Copa do Mundo para um país que realmente não precisa disso agora. Só falta agora você dizer que foi um erro de avaliação, que algum relatório não lhe foi entregue, tipo Pasadena.

Então, Dilma, aproveito esse espaço para te pedir desculpas por essas pessoas terem te xingado dessa forma. Desejo toda a sorte do mundo pra você. Quero de coração que você, depois de encerrada as eleições, possa ir tomar uma água de coco em Tristan de Cunha.

Por que Tristan de Cunha? Dizem que é perto de lá.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Avaliação a governo Dilma é a pior desde FHC, diz Ibope


Anne Warth e Ricardo Brito | Agência Estado    

Lúcio Távora | Ag. A TARDE

A avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff atingiu 31%  

A percepção da população a respeito do governo Dilma Rousseff só supera os índices verificados no segundo mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Esses resultados podem ser observados nos resultados da pesquisa CNI/Ibope sobre avaliação de governo, avaliação da maneira de governar e confiança nos presidentes eleitos desde 1994.

Na pesquisa divulgada nesta quinta-feira, 19, a avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff atingiu 31%. Em junho de 2002, no segundo mandato de FHC, o porcentual era de 29%. Em julho de 1998, no primeiro mandato de FHC, o índice era de 32%. No segundo mandato de Lula, em junho de 2010, a avaliação positiva era de 75%, e em junho de 2006, no primeiro mandato, era de 44%.

Segundo a CNI/Ibope, 44% dos consultados aprovam a maneira de governo da presidente Dilma. Esse índice também só supera o verificado no segundo mandato de FHC, que era de 43% em junho de 2002. No primeiro mandato de FHC, a aprovação na maneira de governar era de 51%. Na mesma época do ano, Lula tinha 85% no primeiro mandato e 60% no segundo mandato.

A confiança na presidente Dilma atingiu 41% na pesquisa divulgada hoje. Em junho de 2002, FHC tinha 39%. Em seu primeiro mandato, em julho de 1998, FHC tinha 50%. Lula tinha 81% em junho de 2010 e 56% em junho de 2006. Segundo o gerente de Pesquisa e Competitividade da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Renato Fonseca, indicadores de avaliação de governo e confiança no presidente são muito influenciados pela situação econômica pela qual o País passa. Fonseca mencionou que o fim do segundo mandato de FHC foi marcado pelo aumento da inflação, a exemplo do que ocorre neste momento no governo Dilma.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Não foi só a 'elite branca' que vaiou Dilma, diz Gilberto Carvalho


Governo vem sendo submetido a pancadaria, diz ministro da Secretaria-Geral da Presidência

R7 Página Inicial

Estadão Conteúdo

Principal interlocutor do Palácio do Planalto com movimentos sociais, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, afirmou, nesta quarta-feira (18), que as vaias à presidente Dilma Rousseff no Itaquerão, durante a abertura da Copa do Mundo, não vieram apenas "da elite branca". Segundo o ministro, o governo federal vem sendo submetido a uma "pancadaria diária" que resultou na vaia à presidente.

— Essa pancadaria diária é o que resulta no palavrão para Dilma no Itaquerão. No Itaquerão não tinha só elite branca, não. Fui (ao estádio) e voltei de metrô. Não tinha só elite, não, tinha muito moleque gritando palavrão no metrô — afirmou Carvalho, que participou de uma mesa de debate com blogueiros e ativistas no Palácio do Planalto para discutir o polêmico decreto de participação popular.  

Dentro do Palácio do Planalto, as vaias à presidente no estádio já eram consideradas certas, mas a agressividade verbal de parte da torcida surpreendeu auxiliares diretos da presidente.

— Essa coisa desceu, (essa coisa) de que nós somos um bando de aventureiros que veio aqui para se locupletar, essa história pegou, na classe média, na elite, e vai descendo, porque não conseguimos fazer contraponto. Esta eleição agora vai ser a mais difícil de todas, porque enfrenta o resultado desse longo processo — disse Carvalho, que defendeu a realização de reuniões mais regulares com movimentos sociais.

MEC empenha recursos para 105 ônibus escolar para o RN. Portalegre está na lista e receberá mais 01 ônibus.

O MEC empenhou recursos na ordem de R$ 25.236.010,00 para aquisição de 105 ônibus escolar que serão destinados a 57 municípios do RN.

Municípios contemplados com os 105 ônibus: Ouro Branco, Paraná, Pedra Grande, Pedra Preta, Pedro Avelino, Tibau do Sul, Tangará, Severiano Melo, Pedro Velho, Portalegre, Porto do Mangue, Pureza, Rio do Fogo, Santa Cruz, São Bento do Trairi, São Pedro, São José do Campestre, São Miguel do Gostoso, Boa Saúde, Japi, Jardim de Piranhas, João Câmara, José da Penha, Jundiá, Lagoa de Velhos, Afonso Bezerra, Alexandria, Antônio Martins, Campo Grande, Bodó, Areia Branca, Barcelona, Jardim de Angicos, Parazinho, Rafael Godeiro, São Miguel, São Tomé, Serra do Mel, Touros, Venha-Ver, Bento Fernandes, Lajes Pintadas, Macau, Marcelino Vieira, Montanhas, Nova Cruz, Bom Jesus, Brejinho, Caiçara do Rio do Vento, Canguaretama, Carnaúba dos Dantas, Cerro Corá, Espírito Santo, Grossos, Guamaré, Ilemo Marinho e Ipanguaçu.   

O PERIGO LULA É PIOR QUE O ANTIGO PERIGO JOÃO GOULART

Blog do James Akel

Em 1964 quando Goulart era presidente do Brasil, passou a existir o Perigo João Goulart, que era o presidente caminhando a passos largos pra República Sindicalista e Comunista.

Goulart, um homem abastado, grande fazendeiro e morador no prédio mais caro do Rio de Janeiro, acreditava numa utopia que era o comunismo, coisa que até Marx sabia que não era real em sua prática.

Goulart era um homem puro e acreditou em tudo que os chineses lhe contaram quando esteve na China pra conhecer o governo dali.

Como sempre, mostraram o que era bonito e esconderam o que não prestava.

E Goulart acreditava que o sindicalismo atuante era o equilíbrio da sociedade, mesmo que caminhando a passos largos ao comunismo.

O que Goulart jamais entendeu era que não existe sindicalismo forte com capitalismo fraco.

Estados Unidos tem o que se pode considerar o mais forte sindicalismo do mundo e é o maior país capitalista do mundo até outro dia, antes de cometerem o erro de eleger Obama que ainda não entendeu o que é capitalismo.

Mas Goulart abandonou o poder em 1964 pra não causar uma luta dentro do próprio Exército que não era unânime em apoiar o presidente.

Agora elegeram Lula, que não é da geração de guerrilheiros na qual atuou Dilma e José Dirceu, mas depois de estar no poder, vestiu o fraque dos guerrilheiros.

Lula jamais atuou numa guerrilha nos anos 70.

Mas Lula conheceu a pobreza como poucos.

E tem pavor dela assim como tem pavor de perder o poder que tem.

Pra combater a pobreza Lula criou o nome de Bolsa Família, que nada mais é do que uma coleção de atos sociais que foram criados no governo FHC mas que os intelectuais de FHC tinham vergonha de assumir como sendo marketing.

Lula não teve vergonha nem fez cerimônia pra tanto.

Agora, conhecedor profundo da pobreza e sua psicologia, está criando todo um cenário de ódio entre classes, coisa que o Brasil jamais teve.

Basta lembrar de um exemplo clássico no Rio de Janeiro, onde madames que moram em Copacabana, tinham e tem empregadas que moram nos morros das favelas e trocam confidências entre elas.

Este é o espírito do povo brasileiro de verdade.

Mas pra manter seu poder, antevendo uma derrota de Dilma, Lula decidiu partir da pior maneira possível pra subverter o princípio básico de harmonia do povo.

Lula quer de todo jeito criar o ódio entre classes, igual fez Hitler, Lenin e Stalin.

Lula parte pra cima do público que xingou Dilma nos estádios de futebol dizendo que é uma elite branca, mas elogia o povo que cantou o Hino Nacional a capela, que é o mesmo povo.

Lula sabe que é incoerente, mais ainda tendo conhecimento que seus companheiros estão na cadeia por terem criado o mensalão pra eleger ele, Lula, que ficou fora da cadeia.

Lula, que foi no passado considerado um grande estadista, está agora atuando sob o pânico de perder o poder.

E pra isto vale tudo que puder fazer pra manter seu poder mesmo que seja acabar com a harmonia do povo.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Portalegre/RN: criança de 9 meses morre após se engasgar quando era alimentada.

Blog da Dra Verônica

Uma adolescente de 15 anos alimentava um bebê de 9 meses, quando esta engasgou-se com o mingau, seus pais ainda levaram a criança a uma unidade de saúde local, mas já estava sem vida, sendo encaminhada ao ITEP/RN para exame de necropsia e apontar a real causa da morte. O fato ocorreu no Sítio Arrojado, zona rural de Portalegre/RN.

Resultados da Pesquisa no RN para governo e presidência


  Blog do Marcos Dantas

Chapa completa Henrique/Wilma na frente de Robinson/Fátima Bezerra


A pesquisa Consult contratada pela Rádio 96 FM de Natal foi registrada no TRE/RN, sob o protocolo nº 0002/2014. O instituto ouviu 1.700 eleitores, nos dias 10, 11 e 12 em todas as regiões do Estado. A margem de erro é de 2,3% para mais ou para menos. A confiabilidade é de 95 pontos percentuais.
Se a eleição para Governo e Senado fosse hoje, e o voto fosse em uma chapa completa, em qual dessas chapas o(a) Sr.(a) (você) teria mais interesse em votar? (estimulada): 

chapas_completas_consult_2014
 

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De acordo com os números divulgados na noite desta segunda-feira (16), no Jornal das Seis da 96 FM, o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB) lidera a corrida pela Governadoria. Ele ficou à frente do vice-governador Robinson Faria (PSD) no estimulado.

Governo do Estado (Estimulado)

Henrique (PMDB) – 38,24%
Robinson (PSD) – 22,88%
Robério (PSOL) – 0,88%
Araken Faria (PSL) – 0,24%
Simone (PSDTU) – 0,82%
Nenhum – 21%
Nenhum – 15,94%
 

57368

A pesquisa Consult contratada pela Rádio 96 FM de Natal foi registrada no TRE/RN, sob o protocolo nº 0002/2014. O instituto ouviu 1.700 eleitores, nos dias 10, 11 e 12 em todas as regiões do Estado. A margem de erro é de 2,3% para mais ou para menos. A confiabilidade é de 95 pontos percentuais.

Governo do Estado (Estimulado)

Henrique (PMDB) – 34,24%
Robinson (PSD) – 20,41
Rosalba (DEM) – 9,12%
Nenhum – 19,41%
Nenhum – 15,18%
 

Fatima-Moraes-Neto1

De acordo com os números divulgados na 96 FM, a ex-governadora Wilma de Faria (PSB) estaria hoje à frente da deputada federal Fátima Bezerra (PT), para o Senado.


Senado (Estimulado)
Wilma (PSB) – 40,35%
Fátima (PT) – 27,47%
Ana Céllia (PSOL) – 1,06%
Roberto Ronconi (PSL) – 0,76%
Nenhum – 16,47%
Não Sabe – 13,88%

sábado, 14 de junho de 2014

Pesquisa Sensus aponta nova queda de Dilma

Robson Pires

Pesquisa feita pelo Instituto Sensus mostra que a presidente Dilma Rousseff (PT) sofreu uma nova queda nas intenções de voto. No cenário mais provável, que inclui as candidaturas de partidos nanicos, a presidente caiu de 34% das intenções em abril para 32,2% no levantamento divulgado neste sábado pela revista IstoÉ. Na direção contrária de Dilma, o senador Aécio Neves, presidenciável do PSDB, subiu de 19,9% para 21,5% das intenções. Já Eduardo Campos, do PSB, oscilou negativamente de 8,3% para 7,5%, variação dentro da margem de erro de 1,4 ponto porcentual.

No mesmo cenário, o pastor Everaldo Pereira (PSC) se manteve com 2,3% das intenções de voto, Mauro Iasi (PCB) saiu de 0,3% para 1,7%, Eymael (PDC) ficou com os mesmos 0,4% de abril e Levy Fidelix (PRTB) oscilou de 0,1% para 0,2%. Randolfe Rodrigues (PSOL), que retirou ontem seu nome da disputa presidencial em favor de Luciana Genro, oscilou de 1,0% em abril para 0,9%. Brancos, nulos e indecisos caíram de 33,9% para 28,8%.

Nas simulações de segundo turno, a diferença entre a presidente Dilma Rousseff e seus potenciais adversários caiu. No cenário com Aécio Neves, o placar fica em 37,8% contra 32,7% do tucano (diferença de 5,1 pontos porcentuais). Em abril, Dilma ganharia de Aécio de 38,6% contra 31,9% (6,7 pontos porcentuais). Quando o oponente de Dilma é Eduardo Campos, a presidente ganharia com 37,5% contra 26,9% (10,6 pontos de diferença). Em abril, o placar era de 39,1% para a petista contra 24,8% do pessebista (14,3 pontos).

A pesquisa Sensus, contratada pelo próprio Instituto, foi a campo entre 26 de maio e 4 de junho e ouviu 5000 eleitores em 191 municípios de 24 Estados do País.

O levantamento tem nível de confiança estimado de 95% e margem de erro máxima de 1,4 ponto porcentual. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo BR-00161/2014.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Arigatô, apitadô!

Juca Kfouri
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E a torcida paulista, emocionada, cantou o Hino Nacional à capela.

Felipão no banco e Dilma Rousseff, na tribuna, choraram.

Mas, uma parte da torcida, mal-educada, mandou a presidenta tomar no c…

De certa forma, quebrou o encanto.
A Copa do Mundo foi aberta sem discursos, como o previsto, mas pelo locutor do estádio do Corinthians.

Com menos de um minuto, parte dos refletores se apagaram e logo reacenderam.

A primeira jogada perigosa foi croata, com Olic cabeceando rente à trave.

A segunda, em novo contra-ataque resultou em gol contra de Marcelo, aos 11, porque Daniel Alves foi e não voltou.

Era hora de ver o controle emocional brasileiro.

A iluminação caiu outra vez enquanto os croatas cantavam em Itaquera.

Mas voltou de novo, em seguida.

Os brasileiros mantinham os nervos no lugar, e os croatas além de marcar bem, fustigavam.

Dos pés de Oscar saíam as melhores jogadas e dos de Daniel Alves as piores.

Aos 26, Neymar levou cartão amarelo por cotovelada em Modric.

No lance seguinte, Julio Cesar evitou o segundo gol e Oscar, depois de recuperar bola perdida por
Neymar, acionou o companheiro que bateu colocado para empatar, aos 29.

O jogo era bom e o time croata também, como se suspeitava.

Fred praticamente não tocava na bola. Faria o gol?

Oscar se desdobrava tanto que parecia dois.

O 1 a 1 do primeiro tempo ficava bem para um jogo de futebol digno de abrir a Copa do Mundo.

Se eu fosse o Felipão, voltaria para o segundo tempo com Maicon e Willian nos lugares de Daniel
Alves e Hulk.

Como o Felipão é o Felipão e não tem Paulo, nem Pedro, nem Juca, nem João, voltou sem modificação.

O time croata voltou mais disposto a ficar com a bola e a contra-atacar mesmo.

Se isso dava um certo sossego ao time brasileiro por um lado, por outro dificultava a construção do desempate e da virada.

Olic, o que dissera que havia espaços na defesa da Seleção Brasileira, pintava e bordava para cima de Daniel Alves, em jornada abaixo da crítica.

O jogo caiu a tal ponto que a torcida começou a fazer ola…

Aos 17, Paulinho, discreto, saiu para entrada de Hernanes.

A verdade é que a Croácia já jogava melhor que o Brasil, que não criava.

Aos 22, Hulk saiu, entrou Bernard, o da alegria nas pernas.

No lance seguinte, Oscar cruza, Fred, que pouco aparecia, recebe, tenta virar, desaba, e o árbitro marca um pênalti à japonesa, para Neymar virar: 2 a 1.

Injusto!

O goleiro croata ainda tocou na bola, mas com a mão mole.

O juizinho nipônico acabara de compensar o pênalti não dado contra a Holanda, em Kaká, na Copa passada.

E a Joana Havelange que disse que o que era para ser roubado já tinha sido…

Como nas campanhas do tri e do penta, o Brasil saiu atrás na estreia e virou, para 4 a 1 contra os tchecos e para 2 a 1 contra os turcos, também com um pênalti inexistente.

Com 62.103 torcedores, o estádio festejava e xingava a presidenta.

No fim, para coroar sua exibição, Oscar ainda fez 3 a 1.

Notas

Júlio César, 7, com uma boa defesa e sem culpa no gol;

Daniel Alves, 3, irreconhecível;

Thiago Silva, 7, firme e seguro;

David Luiz, 7,5, um monstro;

Marcelo, 7, muito bem no apoio;

Luís Gustavo, 7, por muito que corrigiu no meio de campo;

Paulinho, 5,5 discreto, sem ser o que já foi;

Oscar, 8,5, o melhor em campo, infernal;

Hulk, 5,5, bem abaixo do que pode;

Fred, como centroavante, 5, como ator 8, nota 6,5;

Neymar, 8, mesmo sem brilhar, lutou, se expôs e fez dois gols;

Bernard, 6,5, pela vibração e constantes deslocamentos;

Hernanes, 6, como Paulinho, discreto;

Ramires, sem nota.

Felipão, 7, mas podia ter posto Maicon.

Arbitragem, 4, fraquíssima. Mas acertou ao não validar o gol de empate croata, pois houve carga faltosa em Júlio César