A democracia é boa e não apenas para pessoas específicas e determinados governantes; é boa para toda a nação e a sua vasta população. Em termos simples, para os governantes mais preocupados com os seus próprios interesses a democracia não só não é boa como, na verdade, é algo problemático, até mesmo má. Pensem bem. Num regime democrático os governantes têm de ser eleitos pelos cidadãos e precisam do apoio da maioria das pessoas; os seus poderes são controlados pelos cidadãos, não podem fazer o que entendem e precisam de reunir com o povo para negociar. Só estes dois pontos já deixam descontente muita gente. Os políticos democráticos não agem sozinhos, precisam dos cidadãos e dos agentes políticos que representam os interesses do povo para promover e implementar as suas políticas.
Decididamente, a democracia não é cem por cento perfeita, apresenta muitas deficiências internas. A democracia pode levar os cidadãos a sair à rua, a realizar manifestações e a provocar instabilidade política. A democracia oferece oportunidade ao aparecimento de políticos charlatães que só fazem promessas e iludem o povo. Mas de entre os sistemas já inventados e implementados, a democracia é aquele que apresenta menos falhas. O mesmo é dizer, em termos relativos, que a democracia é o melhor sistema político para a Humanidade.
A democracia é boa, mas tal não significa que a democracia consiga fazer tudo e resolver todos os problemas. A democracia é um sistema político que garante ao povo a titularidade da soberania, mas é apenas um dos muitos sistemas que as pessoas podem optar.
A democracia é boa, mas tal não significa que a democracia possa coagir as pessoas. Na sua definição mais precisa, a democracia é o governo pelo povo, o qual tem liberdade de escolha. Mesmo assim, a democracia é boa. Nenhuma pessoa ou organização pode considerar-se a si própria como a encarnação da democracia e obrigar as pessoas a fazer isto ou aquilo em nome da democracia.
A democracia requer clarividência, requer o primado da lei, requer autoridade e também requer violência para manter a ordem social instituída. Mas o desenvolvimento da democracia não deve passar por uma imposição coerciva por parte do Governo. O povo tem de dar o seu consentimento. Uma vez que a democracia é o governo pelo povo, ela deve respeitar as escolhas populares. Em termos de política nacional, se o Governo empregar meios coercivos para obrigar as pessoas a aceitar um sistema que não escolheram, então estaremos perante autocracia e tirania nacionais. Quando um país utiliza meios violentos para obrigar um povo estrangeiro a adoptar o seu sistema alegadamente democrático, estamos perante autocracia e tirania internacionais. A tirania, nacional ou internacional, é contrária à natureza da democracia.
Este ensaio foi extraído do prefácio do livro com o mesmo título e publicado no Beijing Daily News a 23 de Outubro de 2006 , autor, Yu Keping. Yu.
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
A importância do voto
"Voto não tem preço, tem conseqüências". A palavra voto origina-se do latim voluntas = vontade.
O voto é a forma legal de escolher quem nos representará politicamente e o alistamento eleitoral é condição indispensável ao exercício da cidadania, já que através dele, o cidadão torna-se eleitor.
No brasil, o alistamento é obrigatório aos maiores de dezoito anos e facultativo, aos analfabetos e aos maiores de setenta anos. É facultativo também, aos maiores de dezesseis e menores de dezoito anos e, vedado aos estrangeiros e aos jovens recrutados para o serviço militar obrigatório.
É necessário que saibamos o que representam e a função de cada um deles para que possamos votar conscientes .
A figura do vereador surgiu em Portugal no século XV e a palavra vereador vem de verear, que por sua vez vem de vereda. E verear, significa cuidar das estradas, dos caminhos e por extensão, das ruas e praças de uma cidade.O vereador é um representante daqueles que o elegeram e tem a função de :
• legislar sobre assuntos de interesse local;
• suplementar a legislação federal e estadual;
• legislar sobre tributos municipais;
• apresentar projetos de leis, decretos legislativos, resoluções e emendas;
• formular requerimento, moções, indicações;
• emitir pareceres;
• participar de debates e votações;
• eleger a Mesa Diretora e das Comissões;
• conhecer o Regimento Interno da Câmara;
• comparecer às sessões;
• votar as proposições submetidas à deliberação da Câmara;
E, ao Executivo Municipal, como principal detentor do poder o Prefeito, cabe:
• iniciar o processo legislativo na forma da lei;
• exercer a direção da Administração Municipal com as Secretarias Municipais e outros órgãos auxiliares;
• sancionar, promulgar e fazer publicar as leis;
• expedir decretos e regulamentos;
• vetar projetos de leis;
• nomear e exonerar Secretários;
• subscrever ou adquirir ações;
• encaminhar ao Tribunal de Contas, sua prestação de contas;
• apresentar relatório sobre o andamento das obras;
O QUE DEVEMOS FAZER NA HORA DE VOTAR
Quando votamos, delegamos nossas funções para outras pessoas. Alguém que julgamos que vá nos representar muito bem no plenário. Alguém que lute por nossos direitos.
Diante deste quadro em que politicagem virou sacanagem, temos que mudar nossa maneira de votar. Pois candidatos a político, tem muitos, mas fazer política em favor do povo são muito poucos.
“ E como posso mudar minha maneira de votar? ”
Primeiro analise o que precisa ser feito no Grande Lar, e a partir daí passe a escolher seu candidato. Você pode eleger vereadores, prefeitos, depudatos estaduais e federais, presidente e senador.
Os vereadores vão levar para o Prefeito os problemas de sua cidade, de sua rua, como iluminação, asfalto, agua potável, esgotos etc.
O prefeito, vai escutar as propostas dos vereadores e ver o que poderá ser feito. Além disso, o Prefeito cuida do lixo, dos impostos, etc.
Ciente do quadro de responsabilidade de cada candidato eleito, tem que se eleger alguém que seja seu espelho, que tenha os seus mesmos ideais, que veja o país da mesma forma que você ver, que suas necessidades também sejam as do candidato, e que suas propostas fechem com seus objetivos. Alguém que seja leal, íntegro, verdadeiro, que saiba o que é ter moral; alguém por quem se orgulhe de votar nele.
Verifique se ele já atuou em algum período como político e quais foram seus feitos. E se ele for candidato pela primeira vez, tenho que examinar seus projetos. E além disso, analise os ideais do partido a qual pertence seu candidato, e quais as filosofias do partido. Não dê seu voto a alguém que pertença ao bando de corruptos, alguém que seja filho do suborno, alguém que queira trocar seu voto por um prato de comida, ou que tenha lhe feito pequenos favores, pois este, provavelmente será aquele que quando eleito vai lhe tirar a comida.
retirado de: http://www.colegioweb.com.br/geografia/a-importancia-do-voto1
Não posso vender e nem trocar meu voto por nada. Meu voto é muito precioso, dele depende meu futuro, o futuro de uma nação, futuro do nosso Brasil.
Procedendo desta forma, e ensinando aos que estão próximos de mim, a agir como eu, pelo menos é um bom começo para votar certo.
O voto é a forma legal de escolher quem nos representará politicamente e o alistamento eleitoral é condição indispensável ao exercício da cidadania, já que através dele, o cidadão torna-se eleitor.
No brasil, o alistamento é obrigatório aos maiores de dezoito anos e facultativo, aos analfabetos e aos maiores de setenta anos. É facultativo também, aos maiores de dezesseis e menores de dezoito anos e, vedado aos estrangeiros e aos jovens recrutados para o serviço militar obrigatório.
É necessário que saibamos o que representam e a função de cada um deles para que possamos votar conscientes .
A figura do vereador surgiu em Portugal no século XV e a palavra vereador vem de verear, que por sua vez vem de vereda. E verear, significa cuidar das estradas, dos caminhos e por extensão, das ruas e praças de uma cidade.O vereador é um representante daqueles que o elegeram e tem a função de :
• legislar sobre assuntos de interesse local;
• suplementar a legislação federal e estadual;
• legislar sobre tributos municipais;
• apresentar projetos de leis, decretos legislativos, resoluções e emendas;
• formular requerimento, moções, indicações;
• emitir pareceres;
• participar de debates e votações;
• eleger a Mesa Diretora e das Comissões;
• conhecer o Regimento Interno da Câmara;
• comparecer às sessões;
• votar as proposições submetidas à deliberação da Câmara;
E, ao Executivo Municipal, como principal detentor do poder o Prefeito, cabe:
• iniciar o processo legislativo na forma da lei;
• exercer a direção da Administração Municipal com as Secretarias Municipais e outros órgãos auxiliares;
• sancionar, promulgar e fazer publicar as leis;
• expedir decretos e regulamentos;
• vetar projetos de leis;
• nomear e exonerar Secretários;
• subscrever ou adquirir ações;
• encaminhar ao Tribunal de Contas, sua prestação de contas;
• apresentar relatório sobre o andamento das obras;
O QUE DEVEMOS FAZER NA HORA DE VOTAR
Quando votamos, delegamos nossas funções para outras pessoas. Alguém que julgamos que vá nos representar muito bem no plenário. Alguém que lute por nossos direitos.
Diante deste quadro em que politicagem virou sacanagem, temos que mudar nossa maneira de votar. Pois candidatos a político, tem muitos, mas fazer política em favor do povo são muito poucos.
“ E como posso mudar minha maneira de votar? ”
Primeiro analise o que precisa ser feito no Grande Lar, e a partir daí passe a escolher seu candidato. Você pode eleger vereadores, prefeitos, depudatos estaduais e federais, presidente e senador.
Os vereadores vão levar para o Prefeito os problemas de sua cidade, de sua rua, como iluminação, asfalto, agua potável, esgotos etc.
O prefeito, vai escutar as propostas dos vereadores e ver o que poderá ser feito. Além disso, o Prefeito cuida do lixo, dos impostos, etc.
Ciente do quadro de responsabilidade de cada candidato eleito, tem que se eleger alguém que seja seu espelho, que tenha os seus mesmos ideais, que veja o país da mesma forma que você ver, que suas necessidades também sejam as do candidato, e que suas propostas fechem com seus objetivos. Alguém que seja leal, íntegro, verdadeiro, que saiba o que é ter moral; alguém por quem se orgulhe de votar nele.
Verifique se ele já atuou em algum período como político e quais foram seus feitos. E se ele for candidato pela primeira vez, tenho que examinar seus projetos. E além disso, analise os ideais do partido a qual pertence seu candidato, e quais as filosofias do partido. Não dê seu voto a alguém que pertença ao bando de corruptos, alguém que seja filho do suborno, alguém que queira trocar seu voto por um prato de comida, ou que tenha lhe feito pequenos favores, pois este, provavelmente será aquele que quando eleito vai lhe tirar a comida.
retirado de: http://www.colegioweb.com.br/geografia/a-importancia-do-voto1
Não posso vender e nem trocar meu voto por nada. Meu voto é muito precioso, dele depende meu futuro, o futuro de uma nação, futuro do nosso Brasil.
Procedendo desta forma, e ensinando aos que estão próximos de mim, a agir como eu, pelo menos é um bom começo para votar certo.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
ÚLTIMA PASSEATA PREOCUPA COLIGAÇÃO
A coligação “Unidos por Portalegre” marcou sua última movimentação política para a próxima quinta feira, dia 02.
Na coligação o clima é de apreensão quanto ao êxito desta movimentação, uma vez que, a primeira grande movimentação não foi tão grande assim.
Internamente se pensa em várias estratégias para levar o povo às ruas. As idéias giram em torno de pôr os candidatos e representantes de casa em casa convidando e conclamando a presença de cada adepto da coligação para a passeata que sairá do campo de futebol e terminará no largo do Bocal, onde de certo, todos os candidatos usaram da palavra.
Também se pensou em enviar um candidato para cada setor da cidade, onde estes forem mais representativos, afim de que suas presenças e seu convite amoleçam os corações dos mais duros, além de carros de som durante todo o dia convidando a população. E realmente toda iniciativa será válida e necessária, pois o percurso desta passeata é maior em todos os sentidos, e, mesmo se der a mesma quantidade de pessoas da primeira, a impressão será que passeata estará ainda menor que a anterior.
A luta é difícil. Nem todo mundo está disposto a se expor agora e depois ter que dar a mão a palmatória e aceitar que deu um passo em falso. Ainda temos corações sangrando e amarguras que não foram e dificilmente serão esquecidas em curto prazo e, mesmo que a convite seja feito por alguém a quem muito se deve, para muitos a atual conjuntura não desce de maneira alguma.
Esta situação está presente em todas as pontas desta coligação. Muitos não estão aceitam imposições, acertos e falhas que a coligação vem aceitando por comodismo, falta de pulso e certamente por acordos engendrados nos subterfúgios e que não permitiram mudanças drásticas nas regras do jogo. Coisas de candidatura única. A coisa corre frouxa.
Na coligação o clima é de apreensão quanto ao êxito desta movimentação, uma vez que, a primeira grande movimentação não foi tão grande assim.
Internamente se pensa em várias estratégias para levar o povo às ruas. As idéias giram em torno de pôr os candidatos e representantes de casa em casa convidando e conclamando a presença de cada adepto da coligação para a passeata que sairá do campo de futebol e terminará no largo do Bocal, onde de certo, todos os candidatos usaram da palavra.
Também se pensou em enviar um candidato para cada setor da cidade, onde estes forem mais representativos, afim de que suas presenças e seu convite amoleçam os corações dos mais duros, além de carros de som durante todo o dia convidando a população. E realmente toda iniciativa será válida e necessária, pois o percurso desta passeata é maior em todos os sentidos, e, mesmo se der a mesma quantidade de pessoas da primeira, a impressão será que passeata estará ainda menor que a anterior.
A luta é difícil. Nem todo mundo está disposto a se expor agora e depois ter que dar a mão a palmatória e aceitar que deu um passo em falso. Ainda temos corações sangrando e amarguras que não foram e dificilmente serão esquecidas em curto prazo e, mesmo que a convite seja feito por alguém a quem muito se deve, para muitos a atual conjuntura não desce de maneira alguma.
Esta situação está presente em todas as pontas desta coligação. Muitos não estão aceitam imposições, acertos e falhas que a coligação vem aceitando por comodismo, falta de pulso e certamente por acordos engendrados nos subterfúgios e que não permitiram mudanças drásticas nas regras do jogo. Coisas de candidatura única. A coisa corre frouxa.
ÚLTIMA CARTADA SERÁ NESTA QUINTA
Independentemente de lograr êxito de público, a passeata e o comício desta quinta- feira será a última cartada dos candidatos a vereador de mostrar ao povo quais são seus projetos e porque merecem está a partir de janeiro ocupando uma cadeira na câmara municipal. A disputa bastante é acirrada e quem ficar de fora será por muito pouco.
Já para Euclides, o que seria uma campanha “mamão com açúcar”, por este ser candidato único e contar com o apoio de todas as lideranças do município, se tornou uma cruz bem pesada, uma vez que, as rejeições vão além da simples lembrança de tempos de radicalismo exacerbado. Com isso, nem o prefeito–candidato ao terceiro mandato, nem seus apoiadores estão conseguindo mudar o pensamento de muitos. Para alguns, mais aceitadores de uma realidade a qual não se está podendo fugir em curto prazo, a coisa só está funcionando a custa de muita conversa e de amostragens de um futuro promissor. E, em muitos casos a coisa não muda de jeito algum, pois muitos não esquecem desavenças e ideais defendidos com veemência em um passado bem recente.
A conversa desta quinta será a última oportunidade para reverter um quadro que se não é desesperador, por não haver a possibilidade concreta de um desastre aterrador, é preocupante, pois, ao contrário do que se pensou quando se articulou uma candidatura mono, que daria margens e margens de tranqüilidade, o que vemos hoje é que a margem, mesmo que seja satisfatória, será satisfatória para a conjuntura que se delineou desde a convenção e será dada de forma apática e sem grande ânimo ou satisfação.
Pois bem, quinta-feira já bate à porta. Os pontos devem está bem amarrados. As palavras devem sair de forma cautelosa, as promessas de uma Portalegre melhor não devem soar como demagogia barata. Os ataques internos deveram ficar para depois, pois o momento é de tentar mostrar que a escolha de um só candidato foi a melhor. Mesmo que para alguns não tenha sido tão melhor.
Já para Euclides, o que seria uma campanha “mamão com açúcar”, por este ser candidato único e contar com o apoio de todas as lideranças do município, se tornou uma cruz bem pesada, uma vez que, as rejeições vão além da simples lembrança de tempos de radicalismo exacerbado. Com isso, nem o prefeito–candidato ao terceiro mandato, nem seus apoiadores estão conseguindo mudar o pensamento de muitos. Para alguns, mais aceitadores de uma realidade a qual não se está podendo fugir em curto prazo, a coisa só está funcionando a custa de muita conversa e de amostragens de um futuro promissor. E, em muitos casos a coisa não muda de jeito algum, pois muitos não esquecem desavenças e ideais defendidos com veemência em um passado bem recente.
A conversa desta quinta será a última oportunidade para reverter um quadro que se não é desesperador, por não haver a possibilidade concreta de um desastre aterrador, é preocupante, pois, ao contrário do que se pensou quando se articulou uma candidatura mono, que daria margens e margens de tranqüilidade, o que vemos hoje é que a margem, mesmo que seja satisfatória, será satisfatória para a conjuntura que se delineou desde a convenção e será dada de forma apática e sem grande ânimo ou satisfação.
Pois bem, quinta-feira já bate à porta. Os pontos devem está bem amarrados. As palavras devem sair de forma cautelosa, as promessas de uma Portalegre melhor não devem soar como demagogia barata. Os ataques internos deveram ficar para depois, pois o momento é de tentar mostrar que a escolha de um só candidato foi a melhor. Mesmo que para alguns não tenha sido tão melhor.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
“NUNCA NA HISTÓRIA DE PORTALEGRE...”
Adaptando à nossa realidade, o jargão mais conhecido de presidente Lula cai como uma luva quando se quer definir a nova ordem política que Portalegre vive atualmente.
Nunca se viu na história de Portalegre uma Campanha com apenas um candidato a prefeito.
Nunca se viu na história de Portalegre uma apatia tão desanimadora em relação a política municipal.
Nuca se viu na história de Portalegre o receio de fazer concentrações políticas por medo de não pôr gente na rua.
Nuca se viu na história de Portalegre movimentações sem bomba e cachaça. Não que sejam essas faltas o motivo para as vexatórias reuniões. Mas também fazem falta.
Nunca se viu na história de Portalegre o eleitor tão decidido e tão consciente do seu voto.
Nunca se viu na história de Portalegre correligionários da mesma coligação se digladiando tão descaradamente.
Nunca se viu na história de Portalegre o povo rejeitar de forma tão veemente a escolha de candidatos impostos a população por questões pessoais.
Nunca se viu na história de Portalegre tanta expectativa em torno de uma próxima campanha.
Nunca se viu na história de Portalegre os compromissos não cumpridos no passado serem passados na cara dos candidatos com tanta veemência. Ao ponto de haver percas irreparáveis destes candidatos em detrimento a outros.
Nunca se viu na história de Portalegre o desaparecimento quase que instantâneo dos tadicionais bicudos e bacurais.
Por fim. Nunca se viu na história de Portalegre tanta vontade do povo em ver uma campanha chegar ao fim para saber como as forças políticas reagirão e se acomodarão às novas realidades.
As mudanças que vemos hoje são reflexo de um contexto que vem se formado em 1996 que chegou ao seu ponto máximo nesta eleição mas tende a explodir nos próximos pleitos, por não ter bases firmes de sustentação ideológicas, políticas e em muitos momentos morais.
Depois do dia 5 de outubro nada mais voltará ao normal de 12 anos atrás. Muito pelo contrário. Entretanto, a médio e longo prazo (se é que quatro anos é um longo prazo) tudo se encaminha para que voltemos a ter novamente o sossego de sabermos que Portalegre realmente está no rumo certo.
É aguardar pra ver.
Nunca se viu na história de Portalegre uma Campanha com apenas um candidato a prefeito.
Nunca se viu na história de Portalegre uma apatia tão desanimadora em relação a política municipal.
Nuca se viu na história de Portalegre o receio de fazer concentrações políticas por medo de não pôr gente na rua.
Nuca se viu na história de Portalegre movimentações sem bomba e cachaça. Não que sejam essas faltas o motivo para as vexatórias reuniões. Mas também fazem falta.
Nunca se viu na história de Portalegre o eleitor tão decidido e tão consciente do seu voto.
Nunca se viu na história de Portalegre correligionários da mesma coligação se digladiando tão descaradamente.
Nunca se viu na história de Portalegre o povo rejeitar de forma tão veemente a escolha de candidatos impostos a população por questões pessoais.
Nunca se viu na história de Portalegre tanta expectativa em torno de uma próxima campanha.
Nunca se viu na história de Portalegre os compromissos não cumpridos no passado serem passados na cara dos candidatos com tanta veemência. Ao ponto de haver percas irreparáveis destes candidatos em detrimento a outros.
Nunca se viu na história de Portalegre o desaparecimento quase que instantâneo dos tadicionais bicudos e bacurais.
Por fim. Nunca se viu na história de Portalegre tanta vontade do povo em ver uma campanha chegar ao fim para saber como as forças políticas reagirão e se acomodarão às novas realidades.
As mudanças que vemos hoje são reflexo de um contexto que vem se formado em 1996 que chegou ao seu ponto máximo nesta eleição mas tende a explodir nos próximos pleitos, por não ter bases firmes de sustentação ideológicas, políticas e em muitos momentos morais.
Depois do dia 5 de outubro nada mais voltará ao normal de 12 anos atrás. Muito pelo contrário. Entretanto, a médio e longo prazo (se é que quatro anos é um longo prazo) tudo se encaminha para que voltemos a ter novamente o sossego de sabermos que Portalegre realmente está no rumo certo.
É aguardar pra ver.
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Portalegre e o fardo dos últimos dias
Faltando apenas seis dias para o grande momento das eleições o coração de muitos já está a bater mais forte. Uns querendo que a campanha acabe, pelo cansaço que já consome corpo e alma e coração, outros, por ver os pacos recursos adquiridos para campanha se esvaindo e não vendo resultado do trabalho que de alguns chega a ser de vários anos. Como a campanha para prefeito não anima, os candidatos a vereador é que estão levando a campanha nas costas.
Nessa retal final para muitos seis dias parecem seis anos. A palavra já foi empenhada ao máximo, o sapato já faz calos, e a paciência então... Tá numa “peinha” de nada. Mas a batalha continua. E numa campanha onde cada voto é primordial para o êxito dia 5, o desânimo não pode prevalecer. Nem que se chegue a reta final descalço, liso e que se tenha empenhado até o ultimo fio de cabelo em compromissos para melhorar a vida da população. Afinal é para fazer o bem ao seu povo e a sua cidade que um cidadão se habilita a trabalhar por ele. E, para tanto, se mostrar capaz é algo que depende de empenho sobrenatural, principalmente nos últimos instantes em que cada um está tentando salvasse, mesmo que deixe outros na forca.
Todavia, ficar para trás, mesmo depois de tanto trabalho e dedicação, é uma possibilidade bastante consistente, na medida em que o acirramento é forte e, mesmo que para uns não pareça os dias estão se esvaindo.
Bom .... Quem tiver o punho forte que se segurem na sela. Alguns não chegaram ao final da corrida, o cavalo perderá fôlego ou tropeçará os próprios cascos. Ou então o cavalheiro não terá habilidade para domar a fera até a linha de chegada.
Boa sorte a todos.
Nessa retal final para muitos seis dias parecem seis anos. A palavra já foi empenhada ao máximo, o sapato já faz calos, e a paciência então... Tá numa “peinha” de nada. Mas a batalha continua. E numa campanha onde cada voto é primordial para o êxito dia 5, o desânimo não pode prevalecer. Nem que se chegue a reta final descalço, liso e que se tenha empenhado até o ultimo fio de cabelo em compromissos para melhorar a vida da população. Afinal é para fazer o bem ao seu povo e a sua cidade que um cidadão se habilita a trabalhar por ele. E, para tanto, se mostrar capaz é algo que depende de empenho sobrenatural, principalmente nos últimos instantes em que cada um está tentando salvasse, mesmo que deixe outros na forca.
Todavia, ficar para trás, mesmo depois de tanto trabalho e dedicação, é uma possibilidade bastante consistente, na medida em que o acirramento é forte e, mesmo que para uns não pareça os dias estão se esvaindo.
Bom .... Quem tiver o punho forte que se segurem na sela. Alguns não chegaram ao final da corrida, o cavalo perderá fôlego ou tropeçará os próprios cascos. Ou então o cavalheiro não terá habilidade para domar a fera até a linha de chegada.
Boa sorte a todos.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
O DIREITO E A CONSCIÊNCIA DO VOTO
O voto é a principal ferramenta de um estado democrático. O voto nos dá uma possibilidade que jugo muito além do fato de podermos escolher nossos governantes. O voto nos torna responsável pelo futuro das vindouras gerações. Todas as atitudes tomadas pelos governantes que escolhemos agora irão respingaR na vida dos nossos filhos, netos e todos mais que vierem.
Há os que não dão a importância devida ao sufrágio, tornando-o pequeno, fazendo-o de moeda de troca ou de pura ferramenta para aflorar uma revolta, muitas vezes sem causa ou que não devia ser externada por meio do voto anulado ou em branco.
Deixar de voltar significa não só um atentado aos que deram suas vidas para que o regime democrático voltasse a vigorar no país depois de vinte anos de ditadura militar. É um ato de desrespeito também consigo próprio e com a comunidade que em que o individuo vive. Como eu poderei reivindicar algo dos meus governantes se não exerci deforma plena meu direito de cidadão quando fui convocado para isso.
O homem é livre, Deus o fez assim. O eleitor pode sequer ir votar, ou, ao ir à urna anular seu voto ou votar em branco, é um direto que lhe assiste a constituição movida pela democracia. Mas, como o cidadão poderá julgar, sem peso na consciência, um governante que não recebeu seu voto mesmo que de rejeição. É preferível que o eleitor acompanhe o governante e, na hora de reivindicar tenha a consciência de que tem esse direito como cidadão, mas que pode cobrar ainda mais porque voltou nele e se sente então, a vontade para isso, e, se não tiver votado nesse governante, tem o direito a cobrar por está atuando legitimamente como opositor pela decisão da maioria.
Exercer a cidadania passa não só pelo livre arbitro dado por Deus e ratificado pelos homens. Passa fundamentalmente pela consciência de cada um. Você, que não irá votar está perdendo uma chance de exercer sua cidadania da forma mais plena e indo de encontro co ma lei. Você, que participará desta eleição comparecendo as seções de votação, preste bem atenção em quem votará, reflita, compare, escolha não pelo favor instantâneo do calor da campanha, mas pelo que o candidato pode fazer de melhor para sua cidade.
Use seu direito ao voto, vote. Consciente, mas vote.
Há os que não dão a importância devida ao sufrágio, tornando-o pequeno, fazendo-o de moeda de troca ou de pura ferramenta para aflorar uma revolta, muitas vezes sem causa ou que não devia ser externada por meio do voto anulado ou em branco.
Deixar de voltar significa não só um atentado aos que deram suas vidas para que o regime democrático voltasse a vigorar no país depois de vinte anos de ditadura militar. É um ato de desrespeito também consigo próprio e com a comunidade que em que o individuo vive. Como eu poderei reivindicar algo dos meus governantes se não exerci deforma plena meu direito de cidadão quando fui convocado para isso.
O homem é livre, Deus o fez assim. O eleitor pode sequer ir votar, ou, ao ir à urna anular seu voto ou votar em branco, é um direto que lhe assiste a constituição movida pela democracia. Mas, como o cidadão poderá julgar, sem peso na consciência, um governante que não recebeu seu voto mesmo que de rejeição. É preferível que o eleitor acompanhe o governante e, na hora de reivindicar tenha a consciência de que tem esse direito como cidadão, mas que pode cobrar ainda mais porque voltou nele e se sente então, a vontade para isso, e, se não tiver votado nesse governante, tem o direito a cobrar por está atuando legitimamente como opositor pela decisão da maioria.
Exercer a cidadania passa não só pelo livre arbitro dado por Deus e ratificado pelos homens. Passa fundamentalmente pela consciência de cada um. Você, que não irá votar está perdendo uma chance de exercer sua cidadania da forma mais plena e indo de encontro co ma lei. Você, que participará desta eleição comparecendo as seções de votação, preste bem atenção em quem votará, reflita, compare, escolha não pelo favor instantâneo do calor da campanha, mas pelo que o candidato pode fazer de melhor para sua cidade.
Use seu direito ao voto, vote. Consciente, mas vote.
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
MINHA TERRA É INCOMPARÁVEL
PORTALEGRE JÁ SE VOLTA PARA O FUTURO
Vai se aproximando o 5 de outubro e a tensão, o estresse e o cansaço vem a reboque.
Depois de dois meses em que os portalegrensses tiveram que se adaptar a uma enxurrada de novidades, a primeira impressão que temos é que algo de bom pode e deve ficar. Se não ficar a tranqüilidade(pois essa pode ser quebrada com o estouro de qualquer bombinha), o entendimento de todos (mesmo que muitas vezes forçado) em prol da idéia do bem comum de Portalegre vai deixar em todos nós a certeza de que quando se quer é possível.
Lógico. Não serão uma, duas, três campanhas que trarão harmonia política a nossa cidade. E nem isso é bom. Em toda cidade deve haver oposição, para que quem esteja no poder não se ache eterno e se sinto um deus. Entretanto, não podemos negar que a união deste ano deve sim trazer bons frutos à nossa cidade, pois, depois de tantos compromissos acertados, de tantas palavras empenhadas o que se espera é que as honras não sejam devassadas pelo tempo.
Tempo este, que muito dirá. Não há segredo, Portalegre, diante a atípica campanha e de resquícios de rivalidade hibernados, já se vê longe, em futuros dias de novos embates. Nada demais, apenas a euforia que muitos aquartelaram e estão esperando o momento certo para soltá-la. Esperemos, pois.
FORTE É DEUS.
Depois de dois meses em que os portalegrensses tiveram que se adaptar a uma enxurrada de novidades, a primeira impressão que temos é que algo de bom pode e deve ficar. Se não ficar a tranqüilidade(pois essa pode ser quebrada com o estouro de qualquer bombinha), o entendimento de todos (mesmo que muitas vezes forçado) em prol da idéia do bem comum de Portalegre vai deixar em todos nós a certeza de que quando se quer é possível.
Lógico. Não serão uma, duas, três campanhas que trarão harmonia política a nossa cidade. E nem isso é bom. Em toda cidade deve haver oposição, para que quem esteja no poder não se ache eterno e se sinto um deus. Entretanto, não podemos negar que a união deste ano deve sim trazer bons frutos à nossa cidade, pois, depois de tantos compromissos acertados, de tantas palavras empenhadas o que se espera é que as honras não sejam devassadas pelo tempo.
Tempo este, que muito dirá. Não há segredo, Portalegre, diante a atípica campanha e de resquícios de rivalidade hibernados, já se vê longe, em futuros dias de novos embates. Nada demais, apenas a euforia que muitos aquartelaram e estão esperando o momento certo para soltá-la. Esperemos, pois.
FORTE É DEUS.
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
QUASE DOIS MIL ELEITORES “ÓRFÃOS” DE VEREADOR
A campanha de Portalegre está voltada quase que totalmente para a eleição dos nove vereadores comporão a câmara legislativa a partir de 01 de janeiro de 2009. Sendo que Portalegre conta apenas com uma coligação e esta não se dividiu a nível dos concorrentes ao legislativo, e não haverá então coeficiente eleitoral para dificultar a seleção dos eleitos. Os nove primeiros candidatos a conseguirem mais votos terão assentos garantidos no Palácio Fátima Lucena.
O que torna essa campanha diferente da anterior é que inúmeros candidatos que tiveram grande votação em 2004 não estão concorrendo esse ano, o que dá espaço para os novos candidatos trabalharem seus nomes a fim de lograrem êxito.
Dando uma olhada nos resultados da eleição para o legislativo de 2004 de Portalegre vemos que grande parte dos eleitores não votarão nos mesmos candidatos de quatro anos atrás por um simples motivo. Tais candidatos não estão no páreo este ano este ano.
Na campanha de 2004 tínhamos ao todo 21 Candidatos a vereador, e desses 21, apenas 7 estão na disputa deste ano.
São eles: CICERO BATISTA DE FREITAS
EUCLIDES LUIZ PEREIRA NETO
FRANCISCO ALCIVAN PAULINO DE OLIVEIRA
RIBAMAR FERREIRA DE LIMA
JOSE AUGUSTO DE FREITAS REGO
LECI CARVALHO DE PAIVA CAVaLCANTE
MARIA AUXILIADORA BESERRA LUCENA SÁ
Dos que não estão na corrida deste ano temos três vereadores, Adriana Costa, que se elegeu com 374 votos, Assis de Oscar, que obteve 353 votos e Edmilson do sindicato (falecido) com 389 votos. E ainda candidatos que tiveram expressiva votação. É o caso de Neto Dias, que teve 171 votos, Cícero Alexandre com 142 votos e ainda De Deus com 75 votos e Gilson com 65. Além de outros candidatos que conseguiram cerca de outros vinte votos.
São ao todo são 1.569 votos, isso fora os votos de legenda, nulos e em brancos que foram 353, o eu dá uma bela soma de 1922 votos, que não têm a princípio pouso certo.
Podem anotar, a disputa por vaga no legislativo será acirradíssima.
Onde os votos “órfãos” poderão parar!?
Certeza, certeza, certeza de quem serão os nove leitos a câmara municipal só teremos dia 5, depois de apurados os votos. Saber aonde os votos sem “dono” irão parar também é algo de difícil resposta. O que não se pode negar é que os quinze candidatos estão correndo atrás destes votos.
Opções de candidatos não faltam para o eleitor escolher. E cada candidato obviamente, tem peculiaridades distintas. Justamente por isso a matemática a ser usada para se ter uma fluida idéia de destino desses votos que estão flutuando é bem complexa, pois mexe com ânimos acirrados, compromissos firmados há tempos e de última hora, sentimentos intrínsecos a alma humana e muita conversa ao pé do ouvido na hora de escolher um novo destino para o voto.
Para entendermos a dança dos votos temos que começar do todo. Temos que levar em consideração a totalidade dos votos de nossa cidade(5.635), uma vez que, o eleitor tem livre arbítrio em seu sufrágio e não tem necessariamente que escolher o mesmo candidato de quarto anos atrás para votar este ano. Podendo mudar de candidato sem problema algum. O que é mais um elemento no conturbado entendimento desta campanha.
E, mais que isso, deve ser uma constante, por motivos inúmeros, que vão de descontentamento do eleitor com o candidato em quem votou até o compromisso firmado com outro candidato.
Levando em conta que cada um os 15 candidatos tem condições de convencer o eleitor de pode exercer um bom trabalho na câmara, temos então, todos com reais chances de se eleger.
O que seria fundamental para se chegar à frente então são as peculiaridades distintas de cada candidato e situações políticas que de certo influenciarão na escolha do eleitor.
O que torna essa campanha diferente da anterior é que inúmeros candidatos que tiveram grande votação em 2004 não estão concorrendo esse ano, o que dá espaço para os novos candidatos trabalharem seus nomes a fim de lograrem êxito.
Dando uma olhada nos resultados da eleição para o legislativo de 2004 de Portalegre vemos que grande parte dos eleitores não votarão nos mesmos candidatos de quatro anos atrás por um simples motivo. Tais candidatos não estão no páreo este ano este ano.
Na campanha de 2004 tínhamos ao todo 21 Candidatos a vereador, e desses 21, apenas 7 estão na disputa deste ano.
São eles: CICERO BATISTA DE FREITAS
EUCLIDES LUIZ PEREIRA NETO
FRANCISCO ALCIVAN PAULINO DE OLIVEIRA
RIBAMAR FERREIRA DE LIMA
JOSE AUGUSTO DE FREITAS REGO
LECI CARVALHO DE PAIVA CAVaLCANTE
MARIA AUXILIADORA BESERRA LUCENA SÁ
Dos que não estão na corrida deste ano temos três vereadores, Adriana Costa, que se elegeu com 374 votos, Assis de Oscar, que obteve 353 votos e Edmilson do sindicato (falecido) com 389 votos. E ainda candidatos que tiveram expressiva votação. É o caso de Neto Dias, que teve 171 votos, Cícero Alexandre com 142 votos e ainda De Deus com 75 votos e Gilson com 65. Além de outros candidatos que conseguiram cerca de outros vinte votos.
São ao todo são 1.569 votos, isso fora os votos de legenda, nulos e em brancos que foram 353, o eu dá uma bela soma de 1922 votos, que não têm a princípio pouso certo.
Podem anotar, a disputa por vaga no legislativo será acirradíssima.
Onde os votos “órfãos” poderão parar!?
Certeza, certeza, certeza de quem serão os nove leitos a câmara municipal só teremos dia 5, depois de apurados os votos. Saber aonde os votos sem “dono” irão parar também é algo de difícil resposta. O que não se pode negar é que os quinze candidatos estão correndo atrás destes votos.
Opções de candidatos não faltam para o eleitor escolher. E cada candidato obviamente, tem peculiaridades distintas. Justamente por isso a matemática a ser usada para se ter uma fluida idéia de destino desses votos que estão flutuando é bem complexa, pois mexe com ânimos acirrados, compromissos firmados há tempos e de última hora, sentimentos intrínsecos a alma humana e muita conversa ao pé do ouvido na hora de escolher um novo destino para o voto.
Para entendermos a dança dos votos temos que começar do todo. Temos que levar em consideração a totalidade dos votos de nossa cidade(5.635), uma vez que, o eleitor tem livre arbítrio em seu sufrágio e não tem necessariamente que escolher o mesmo candidato de quarto anos atrás para votar este ano. Podendo mudar de candidato sem problema algum. O que é mais um elemento no conturbado entendimento desta campanha.
E, mais que isso, deve ser uma constante, por motivos inúmeros, que vão de descontentamento do eleitor com o candidato em quem votou até o compromisso firmado com outro candidato.
Levando em conta que cada um os 15 candidatos tem condições de convencer o eleitor de pode exercer um bom trabalho na câmara, temos então, todos com reais chances de se eleger.
O que seria fundamental para se chegar à frente então são as peculiaridades distintas de cada candidato e situações políticas que de certo influenciarão na escolha do eleitor.
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